******************************************************************************************************************** Os Direitos e Deveres dos Servidores a um click.



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PARABÉNS

Parabéns, o mundo hoje está em festa, estou falando deste mundo
que está a sua volta, seus amigos, sua família.
Hoje nós todos temos um motivo especial para abraçar você, e te
desejar um calendário de sonhos realizados.

Parabéns, hoje você tem todo direito de ser feliz, de se sentir feliz.
É o seu aniversário.
É dia de festa.

Que Deus continue te abençoando e dobrando seus dias de vida,
com muita saúde.
Que esse aniversário, traga novas chances e oportunidades para
você crescer profissionalmente, espiritualmente, emocionalmente
e muito mais.

Que você encontre uma nova amizade para que possa somar com a
gente na festa do próximo ano.
Feliz aniversário, que o céu, te cubra com as bençãos de Deus Pai,
e que você continue sendo esse amigo ímpar, esse amigo verdadeiro,
essa pessoa maravilhosa que eu faço questão de ter ao meu lado
e chamá-lo de amigo.

Parabéns, EM NOME DE TODOS NÓS  QUE FAZEMOS PARTE DO SSPMS

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A JUSTIÇA SE MOVIMENTA

Notícia postada no dia 26/09/2013

Prefeito Rui Macedo (PMDB) e a ex-prefeita Valdice Castro (PP), asegunda colocada, que poderá assumir a prefeitura

Em sessão realizada na manhã desta quinta-feira (26), na sede do Tribunal Regional Eleitoral, cinco desembargadores  do TRE-BA votaram favoráveis a cassação do diploma do prefeito de Jacobina, Rui Macedo (PMDB) e do vice-prefeito José Fagundes (PTC). O desembargador Mauricio Kertzman, o sexto voto, pediu vistas do processo, que poderá voltar a pauta na próxima sessão do tribunal, no mês de outubro. 

Aguarde novas informações a qualquer momento. 

Veja detalhes dados do processo:

13º RECURSO CONTRA EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA Nº 412-23.2012.6.05.0046 
ORIGEM: JACOBINA-BA (46ª ZONA ELEITORAL - JACOBINA) 
RELATOR(A): JUÍZA MARIA DO SOCORRO BARRETO SANTIAGO 
RECORRENTE(S): COLIGAÇÃO JACOBINA TRANSFORMANDO VIDAS E VALDICE CASTRO VIEIRA DA 
SILVA 
ADVOGADO(S): ANDRÉ REQUIÃO MOURA 
RECORRIDO(S): RUI REI MATOS MACEDO 
ADVOGADO(S): CAROLINE AYRES MOREIRA 
RECORRIDO(S): JOSÉ MARIA FAGUNDES 
ADVOGADO(S): CAROLINE AYRES MOREIRA E JOSÉ FÁBIO ANDRADE SAPUCAIA 
ASSUNTO: RECURSO CONTRA EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA - ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - 
REJEIÇÃO DE CONTAS PELA CÂMARA DE VEREADORES E TCM - PEDIDO DE CASSAÇÃO DE DIPLOMA

14º RECURSO CONTRA EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA Nº 431-29.2012.6.05.0046 (APENSO AO RECURSO 
CONTRA EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA Nº 412-23.2012.6.05.0046)
ORIGEM: JACOBINA-BA (46ª ZONA ELEITORAL - JACOBINA) 
RELATOR(A): JUÍZA MARIA DO SOCORRO BARRETO SANTIAGO 
RECORRENTE(S): LUCIANO ANTONIO PINHEIRO 
ADVOGADO(S): ANA CAROLINA AQUINO MARTINS

RECORRIDO(S): RUI REI MATOS MACEDO E JOSÉ MARIA FAGUNDES 
ADVOGADO(S): CAROLINE AYRES MOREIRA 
ASSUNTO: RECURSO CONTRA EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA - REJEIÇÃO DE CONTAS PELA CÂMARA DE 
VEREADORES E TCM - PEDIDO DE CASSAÇÃO DE DIPLOMA
Fonte: Noticia Livre

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

BANCARIOS VÃO ENTRAR EM GREVE


Em assembleia realizada na noite desta quinta-feira (12), os bancários da base do Sindicato da Bahia aprovaram entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 19. Também foi aprovada, de acordo com o diretor de Comunicação do sindicato, Adelmo Andrade, a realização de uma assembleia no dia 18, na qual será deflagrada a paralisação.

Na assembleia desta quinta-feira (12), realizada no Ginásio de Esporte, na Ladeira dos Aflitos, em Salvador, os bancários avaliaram a situação do país, o encaminhamento da greve e o grau de insatisfação da categoria, informou Andrade. Em campanha salarial desde agosto e com data base em 1º de setembro, a categoria reivindica reajuste salarial de 11,93%. 
A pauta de reivindicações também inclui maior participação nos lucros e resultados, fim das metas, do assédio moral, investimentos em saúde e segurança, além de melhores condições de trabalho. Segundo o Sindicato dos Bancários da Bahia, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) oferece 6,1% de reajuste e não foi apresentado pelos bancos propostas para os outros itens da pauta.

Com a confirmação da paralisação, o objetivo do sindicato da categoria é manter fechadas todas as agências bancárias de Salvador e demais cidades do Estado, até que a Fenaban apresente uma proposta que atenda as necessidades dos empregados. Ainda segundo o sindicato dos bancários, as negociações com os bancos não avançaram.

A greve deve acontecer em diversos outros estados brasileiros.FONTE DIÁRIO DA CHAPADA

Detalhes
Notícia postada no dia 13/09/2013
Funcionários dos Correios em Pernambuco decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, a partir desta sexta-feira, na esteira do que foi decidido em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins e Rondônia. As reivindicações giram em torno de questões referentes à terceirização dos planos de saúde, ao valor pago pelos vales-alimentação e aumentos salariais - atualmente, o piso da categoria é de R$ 1.004, enquanto que os trabalhadores pedem elevação para R$ 1.400.Outro ponto levantado pelos profissionais é a reposição de pessoal. "Estamos pedindo a contratação imediata de 600 carteiros e mais 600 até 2015", diz Hállisson Tenório, secretário-geral do O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos de Pernambuco (Sintect-PE). Fonte- Dario da Chapada

quinta-feira, 5 de setembro de 2013


Na sessão desta quinta-feira (29/08), o Tribunal de Contas dos Municípios julgou parcialmente procedente o termo de ocorrência, lavrado pela 2ª DCTE contra Gildo Mota Bispo, prefeito de Serrolândia, por irregularidades cometidas no exercício de 2011.
A relatoria multou o gestor em de R$ 3.000,00, bem como determinando o prazo de trinta dias do trânsito em julgado do decisório, para que o mesmo adote a regularização das contas do Ativo Realizável, sob a responsabilidade de José Milton Santos e José H. Pires, nos valores respectivos de R$131.103,31 e R$924,43, além de promover devolução à conta específica do FUNDEB do valor de R$36.377,57, com recursos do erário, em até duas parcelas mensais; assim como às contas respectivas do FUNDEB e do FUNDEF, com recursos municipais, do momante de R$566.270,53, a ocorrer em até doze parcelas.
Informa ainda que fica de logo autorizada seja promovida representação ao Ministério Público Estadual, para os fins pertinentes, em desfavor do prefeito, em caso da não adoção de quaisquer das providências ora determinadas, nos prazos mencionados. 
O termo em análise, apresenta quatro motivações, quais sejam: ausência de providências saneadoras com vistas à regularização das contas de responsabilidade, que vem sendo registradas desde 2002 no Ativo Realizável em nome de José Milton Santos e José H. Pires, nos valores respectivos de R$131.103,31 e R$924,43; ausência de devolução à conta corrente do Royalties/FEP, de numerários no valor de R$4.500,00, com recursos municipais, conforme Processo TCM nº 16.998-10; ausência de devolução à conta corrente do FUNDEB dos recursos glosados no importe de R$62.066,37, devido sua aplicação em ações estranhas à finalidade do Fundo no exercício financeiro de 2011; e, por fim, ausência de devolução dos recursos glosados tanto do FUNDEF quanto do FUNDEB, nos exercícios financeiros de 2002, 2003, 2004, 2007, 2008 e 2010, totalizando R$529.892,96, porque aplicados em ações estranhas às finalidades desses Fundos. 
Fonte: Notícia Livre 
Reprodução: Portal de Serrolândia, que se coloca a disposição, caso o Prefeito Gildo Mota queira prestar esclarecimentos a população.

domingo, 18 de agosto de 2013

SSPMS E A APLB REUNE COM A CÂMARA DE VEREADORES


No dia 16 /08/2013 APLB E O SSPSMS juntos estiveram em reunião com a câmara de vereadores de Serrolândia. Na oportunidade foi relatado aos presentes e ao presidente da câmara as dificuldades que tem enfrentado os profissionais de educação

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Dano Existencial e o Direito do Trabalho


É perceptível que o dano existencial gerado ao trabalhador pela inobservância das leis trabalhistas constitui graves consequências cumulativas à vítima. O exemplo do trabalhador afetado por Lesão de Esforço Repetitivo (LER) é irrepreensível. Os empregados constrangidos pela exigência compulsória de horas extras, por acúmulo de ação laboral superior à suportável, por falta de equipamentos que lhes facilitem ou lhes tornem menos sofríveis o desempenho físico são candidatos potenciais aos sintomas de irrealização dos sonhos comuns a todos, além de sofrerem a impossibilidade de renderem o que rendiam antes da(s) lesão (ões). Isso sem falar das perdas materiais decorrentes da invalidez parcial - às vezes até total - e do dano estético de que podem vir a ser vítimas. Ainda devem ser adidos, nesse quadro, a instabilidade psíquica, a vergonha, a humilhação, a dor existencial, fatores que configuram o dano moral decorrente da exploração geradora do dano existencial.
A convergência das sequelas do dano existencial ao dano moral e aos demais danos, dependendo do caso e da(s) pessoa(a) envolvida(s) é concreta. Não se pode conceber que, na conjuntura de crescimento e respeitabilidade adquiridos pelo Brasil, continuem a ocorrer desrespeitos aos trabalhadores da nação. A Justiça do Trabalho, por meio de suas decisões, tem, em certa medida, tentado coibir essas aberrações que tanto ofendem os que laboram. É, porém, preciso mais. Insta que os órgãos responsáveis pela defesa do direito dos trabalhadores se empenhem mais na defesa dos direitos dos que produzem neste país. Cabe aos representantes da Justiça do Trabalho ser ícones de uma nova era, verdade seja dita, como vêm tentando ser. Cabe aos órgãos fiscalizadores o papel de impedir os abusos. Cabe aos responsáveis pela Educação esclarecer aos trabalhadores atuais e aos futuros trabalhadores os direitos que lhes são constitucionais. É preciso que se avance nas relações trabalhistas, que se punam os exploradores, que se ressarçam os vitimados pela exploração do poder econômico. Assim, talvez, o desrespeito de poucos seja inibido, possibilitando, a muitos, o direito de realizar o mais simples objetivo da maioria dos seres humanos: viver com dignidade, lutar em igualdade de condições, concretizar sonhos. É direito. Não é favor.

BOUCINHAS FILHO, Jorge Cavalcanti
ALVARENGA, Rúbia Zanotelli de

terça-feira, 6 de agosto de 2013

STF decide que governos não podem descontar dias parados de funcionários grevistas

STF decide que governos não podem descontar dias parados de funcionários grevistas

Decisão do Supremo foi ainda em março deste ano. Logo, são totalmente ilegais as ações dos governadores Jaques Wagner/PT e Wilson Martins/PSB, que descontaram dias de greve de professores na Bahia e Piauí, respectivamente

Da Redação
Embora tivessem conhecimento que desde março último o Supremo Tribunal Federal decidiu que governos não podem descontar dias de greve de servidores públicos, os atuais governadores da Bahia (Jaques Wagner/PT) e Piauí (Wilson Martins/PSB) retaliaram movimentos paredistas nesses estados e descontaram crimonosamente salários de docentes. O curioso é que o principal motivo das greves nesses dois estados é a exigência do cumprimento da Lei Federal 11.738/2008, que trata do Piso Nacional do Magistério. Tanto num lugar como no outro, o corte de salários trouxe sérios problemas de sobrevivência aos professores. “Esse Wilson Martins não passa de um descarado e ladrão”, declarou uma professora que não quis se identificar e que teve descontos de R$ 379,00 de uma remuneração líquida de R$ 711,00.
Leia íntegra da matéria do STF:
Desconto em vencimentos por dias parados em razão de greve tem repercussão geral
(significa que todas as cortes devem adotar, mesmos que discordem)
O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do Plenário Virtual, reconheceu a existência de repercussão geral em matéria discutida no Agravo de Instrumento (AI) 853275, no qual se discute a possibilidade do desconto nos vencimentos dos servidores públicos dos dias não trabalhados em virtude de greve. Relatado pelo ministro Dias Toffoli, o recurso foi interposto pela Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) contra decisão da 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que declarou a ilegalidade do desconto.
Para o TJ-RJ, o desconto do salário do trabalhador grevista representa a negação do próprio direito de greve, na medida em que retira dos servidores seus meios de subsistência. Além disso, segundo o acórdão (decisão colegiada), não há norma legal autorizando o desconto na folha de pagamento do funcionalismo, tendo em vista que até hoje não foi editada uma lei de greve específica para o setor público.

De acordo com o ministro Dias Toffoli (foto), a discussão acerca da efetiva implementação do direito de greve no serviço público, com suas consequências para a continuidade da prestação do serviço e o desconto dos dias parados, é tema de índole eminentemente constitucional, pois diz respeito à correta interpretação da norma do artigo 37, inciso VII (Art. 37, VII – o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica; Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998), da Constituição Federal.
O ministro reconheceu que a discussão pode se repetir em inúmeros processos, envolvendo interesses de milhares de servidores públicos civis e da própria Administração Pública, circunstância que recomenda uma tomada de posição definitiva do Supremo sobre o tema.
“A questão posta apresenta densidade constitucional e extrapola os interesses subjetivos das partes, sendo relevante para todas as categorias de servidores públicos civis existentes no país, notadamente em razão dos inúmeros movimentos grevistas que anualmente ocorrem no âmbito dessas categorias e que fatalmente dão ensejo ao ajuizamento de ações judiciais”, afirmou o ministro Dias Toffoli.
No caso em questão, servidores da Faetec que aderiram à greve, realizada entre os dias 14 de março e 9 de maio de 2006, impetraram mandado de segurança com o objetivo de obter uma ordem judicial que impedisse o desconto dos dias não trabalhados. Em primeiro grau, o pedido foi rejeitado. Porém, a 16ª Câmara Cível do TJ-RJ reformou a sentença, invocando os princípios do devido processo legal e da dignidade da pessoa humana.
O entendimento do TJ-RJ foi o de que, não havendo lei específica acerca de greve no setor público, não se pode falar em corte ou suspensão de pagamento de salários dos servidores por falta de amparo no ordenamento jurídico. “Na ponderação entre a ausência de norma regulamentadora e os princípios do devido processo legal e da dignidade da pessoa humana, devem prevalecer estes últimos”, diz o acórdão.
Fonte: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=203377

Exija seus direitos

Exija seus direitos
Ainda existem falhas por parte dos bancos na hora de informar aos clientes sobre a possibilidade do serviço. Se algum banco dificultar o procedimento, o consumidor deve recorrer ao Banco Central – pelo telefone 0800- 979-2345 ou pelo site www.bc.gov.br. Caso o problema não seja solucionado, deve procurar ajuda em algum órgão de defesa do consumidor, como o Procon ou o Idec.
Fonte: Isto é Dinheiro

PORTABILIDADE BANCÁRIA PARA SERVIDORES PÚBLICOS


PORTABILIDADE BANCÁRIA PARA SERVIDORES PÚBLICOS
A partir de 01/01/2012 entrou em vigor dispositivo da Resolução/Banco Central n. 3.402/2006 que confere a Portabilidade Bancária para os servidores públicos. O dispositivo permite ao servidor público escolher o banco onde deseja receber os seus vencimentos.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Guarda MUNICIPAL também faz rondas nas esclas


Investindo pesado na segurança do município, a administração do prefeito Zenonzinho, tem dado total apoio a Guarda Municipal, que hoje é referencia em toda região sisaleira.
A partir desta terça-feira (30/07) os pais dos alunos podem ficar tranqüilos ao deixarem e buscarem os seus filhos nas escolas, graças ao Projeto Ronda Escolar. O projeto Ronda Escolar visa garantir a segurança de funcionários das instituições e alunos, através de ações preventivas que combatam a violência nas escolas como também disciplinar e orientar o trânsito, assegurando aos usuários do sistema público de educação, condições de segurança adequadas ao exercício da cidadania. Os guardas municipais irão atender as escolas municipais na sede do município e também na zona rural.
As escolas municipais receberão periodicamente as visitas da GCM, assim firmando através da Ronda Escolar uma parceria em prol da promoção de assistência e ajuda à comunidade escolar no sentido de auxiliar as dificuldades presentes no seu dia a dia.-Portal Serrolandia

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

CGU: 73% das prefeituras desviam recursos de fundo da educação

Levantamento revela que fraude se espalha na gestão do Fundeb

Uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que 73% das prefeituras fiscalizadas em 2011 e 2012 fraudaram processos de licitação para a compra de serviços e materiais de uso na rede pública de ensino. O mau uso dos recursos destinados pelo governo às escolas revela despesas incompatíveis com a finalidade do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), conforme aponta um relatório sobre a execução de recursos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A CGU não informou a lista de prefeituras que cometeram irregularidades. Para o órgão, a falta de fiscalização sobre recursos do Fundeb favorece as fraudes. O fundo transfere, anualmente, mais de R$ 100 bilhões para bancar salários de professores, compra de equipamentos e manutenção de atividades como a merenda e o transporte escolar. Em 46 dos 64 municípios que usaram dinheiro do fundo analisados pela CGU nos dois últimos anos, foram identificados problemas nas licitações, como direcionamento, montagem e até simulação dos processos de competição.

Fonte: Jornal do Brasil

Estudantes fecham a Avenida Garibaldi, em Salvador

Jovens com farda de escola viraram contêiner de lixo e bloquearam pistas.
Motorista diz que encontrou fluxo travado por volta de 11h40 desta quinta.

Do G1 BA
1 comentário
Uma manifestação feita por estudantes bloqueou as pistas da Avenida Garibaldi no final da manhã desta quinta-feira (1º), em Salvador.
A motorista Carol Casbur, que passava pelo local por volta das 11h40 diz que os jovens viraram um contêiner de lixo e subiram no equipamento, bloqueando as pistas para quem seguia no sentido Lucaia.
A motorista afirma que os estudantes gritavam palavras de ordem como "a rua é nossa" e "queremos passe livre". Policiais militares estiveram no local.
A Transalvador registrou a ocorrência da manifestação no trecho do Colégio Estadual Evaristo da Veiga.
"Eles pulavam e tiravam fotos em cima do contêiner, logo perto da sinaleira. Os policiais conseguiram liberar uma das pistas, mas eles continuaram na rua", relatou a motorista Carol Casbur ao G1.

Médicos param atividades em protesto




Médicos param atividades em protestoEm protesto, médicos em cerca de 12 Estados e inclusive o Distrito Federal protestam durante esta semana, as manifestações já tomaram dois dias, começaram na terça-feira, dia 30 de julho e permaneceram na quarta-feira, dia 31 de julho, com muitas suspensões em atendimentos médicos na rede pública e também na privada.
Esta greve da categoria tem o intuito de expressar sua contrariedade contra as novas resoluções feitas na esfera do governo federal para a prática médica no Brasil. Uma das características que mais atentam contra a categoria, de acordo com os manifestantes é a contratação de médicos estrangeiros através do programa do governo Dilma Rousseff, Mais Médicos, além dos vetos feitos à legislação no que tange o Ato Médico, mudando algumas das atribuições para os profissionais médicos.
Mesmo em greve, de acordo com orientação dos 53 sindicatos que representam a Federação Nacional dos Médicos (Fenam), há a orientação para atendimentos de emergência e urgência. Clientes com planos de saúde particulares também podem ser atingidos com a paralização. No período de apenas uma semana é a segunda vez que os médicos cruzam seus braços para manifestar contrariedade as decisões tomadas pelo governo federal.

As paralisações

A primeira aconteceu no dia 23 de julho, com a participação de cerca de 16 estados. As paralisações são parte do protesto previsto em um calendário de greve feito pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam).
Se não aconteceram mudanças por parte do Executivo Federal, os sindicatos médicos devem decretar então uma greve de tempo indeterminado que começará a partir do dia 10 de agosto, a mesma data da última destas paralisações relâmpago.
8 de agosto acontece a marcha de médicos em Brasília e também uma audiência pública a respeito do Programa Mais Médicos, no Congresso Nacional.

A batalha virou judicial

Estra crise entre o governo federal e as entidades médicas foi aos tribunais. Sem aceitar as novas medidas do Executivo com intuito de eliminar carências de médicos para determinadas regiões, a Fenam, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e também a Associação Médica Brasileira (AMB) usaram a justiça com ações judiciais diferentes com a intenção de suspender o programa governamental.
Dia 26 de julho o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) em exercício no momento negou a suspensão da medida que criou o programa e foi solicitada pela AMB.
Para Lewandowiski não é o Supremo que define se a medida provisória atende a exigências de ser relevante ou urgente, conforme acusaram as associações.
Confira as paralisações desta terça e quarta-feira alguns Estados:

No Acre

Membros que formam a diretoria do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) realizaram vistorias em postos de saúde na cidade de Rio Branco, em adesão a mobilização nacional da categoria contra o programa do governo federal Mais Médicos.

Em Amazonas

Os profissionais médicos fizeram uma concentração na frente do edifício da Maternidade Moura Tapajós, em Manaus, onde o presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam) estaria em reunião junto ao governador do Estado em discussão a respeito dos protestos no Estado.

Na Bahia

Em salvador a concentração de médicos foi na praça central que fica na Avenida Centenário, no período da tarde, com ações em que fizeram atendimentos públicos gratuitos e também uma exposição fotográfica, batizada de “Varal da Vergonha”, a temática era a saúde brasileira.
Houve debate e entrega de panfletos. A ação contou com a presença de em torno de 400 médicos.

No Ceará

Um ato com um grupo de profissionais aconteceu em Fortaleza, no Hospital Universitário Walter Cantídio.

Espírito Santo

Neste Estado foram 80% dos médicos paralisados, de acordo com informações fornecidas pelo Sindicato.
Apenas casos de emergência e urgência e emergência foram atendidos.

Em Goiás

Há a paralisação no Sistema Único de Saúde (SUS) para qualquer tipo de atendimento que não seja emergência e urgência, sejam atendimentos, consultas e até cirurgias e exames.

Em Mato Grosso

A categoria aderiu a paralisação nos dois dias. Dia 8 de agosto, de acordo com Dalva Alves das Neves, a presidente do CRM-MT, acontecerá uma audiência em Brasília, junto a parlamentares. Neste Estado há a reclamação de demissão de profissionais nas prefeituras das cidades do interior.
Houve assembleia no sindicato e depois carreata, com fim na Praça Ipiranga, onde houve atendimento básico gratuito.

Em Mato Grosso do Sul

Os protestos aconteceram na praça Ary Coelho, no centro da Capital Campo Grande, com a montagem de um posto de atendimento que orientava em prevenção de doenças.

Em Maranhão

Houve protesto, porém as atividades foram retomadas no mesmo dia.

Paraná

Houve paralisação no oeste do Estado,

Em Pernambuco

Os profissionais realizaram atendimentos gratuitos em frente ao Memorial da Medicina, nas especialidades de Clínica Médica, Dermatologia e Pediatria.

No Rio de Janeiro

A manifestação barrou o transito na Avenida Presidente Antônio Carlos.

No Rio Grande do Sul

Foram 23 cidades sem atendimento com manifestações na Santa Casa e Hospital das Clínicas na cidade de Porto Alegre.

Em Rondônia

Em Rondônia, em torno de 200 médicos, pararam seus atendimentos em Porto Velho.

Em São Paulo

Prometem ato na Avenida Paulista e o Sindicato afirma que houve paralisação na Baixada Santista, porém não houve registro de nenhuma denúncia ou reclamação e de acordo com depoimento de alguns cidadãos os atendimentos ocorreram normalmente.

Em Santa Catarina

Em Florianópolis e Chapecó houve o sepultamento simbólico dos ministros Alexandre Padilha, Aloizio Mercadante e Antônio Patriota, saúde, educação e relações exteriores, respectivamente.

Em Tocantins

Não houve paralisação. Apenas alguns profissionais usaram rupas pretas e houve reunião na sede do Sindicato dos Médicos do Tocantins (Simed).

Eu cometi erros', diz Cabral sobre onda de manifestações no Rio

Governador falou sobre a queda de sua popularidade em entrevista à CBN.
'Erros de diálogo, erros de incapacidade de dialogar', disse o governador.

Do G1 Rio

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), concede entrevista nesta tarde de segunda-feira,   29,  (Foto: Adriano Ishibashi/Frame/Estadão Conteúdo)O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, diz
ter cometido erros (Foto: Adriano Ishibashi/Frame/
Estadão Conteúdo/29.7.2013)
O governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, afirmou nesta quinta-feira (1º) que cometeu erros em seu segundo mandato. Em entrevista à Rádio CBN, o governador afirmou que houve “erros de diálogo” ao ser questionado sobre as recentes manifestações que pedem sua saída do cargo.
“Sem dúvida, aqui no Rio, eu também cometi erros. Erros de diálogo, erros de incapacidade de dialogar, que sempre foi a minha marca. Galeria cheia, vaiando, e me aplaudindo eu tive a vida inteira (...) Acho que da minha parte faltou mais diálogo, uma capacidade de entendimento e de compreensão, poderia citar várias situações em que essas questões se deram. Mas eu não sou uma pessoa soberba, que não está aberta ao diálogo. Para mim, a democracia é um bem intangível”, disse Cabral.
Apesar das manifestações na esquina de sua casa, no Leblon, na Zona Sul, Cabral voltou a afirmar que não vai se mudar para o Palácio Laranjeiras, residência oficial do governo. "Não havia a menor condição de morar no palácio, por isso estamos em reforma. Acho que o governante tem quem morar na residência oficial."
Manifestação na esquina de casa
Manifestantes ainda ocupam, na manhã desta quinta-feira (1º), a esquina da Rua Aristides Espínola, com a Avenida Delfim Moreira, no Leblon, na Zona Sul do Rio, onde mora Cabral. O grupo está no local desde domingo (28), com um protesto intitulado "Ocupa Cabral". Eles pedem mais dinheiro para saúde e educação.
Segundo o Centro de Operações da Prefeitura da cidade, por volta das 3h30, a Delfim Moreira chegou a ser totalmente interditada, no sentido São Conrado. Às 6h40, a via foi liberada, mas duas faixas permaneceram ocupadas. O trânsito, no entanto, fluía normalmente no local.
Confronto
Na noite de quarta-feira (31), uma manifestação que começou pacífica e teve mais de 700 pessoas para pressionar o Ministério Público do Rio a investigar gastos públicos do governador teve seu momento mais tenso num confronto na Câmara Municipal, no Centro, que foi invadida por volta das 21h.
Terminado o ato, por volta de meia-noite, cerca de 70 pessoas partiram para o Leblon rumo a casa do governador. Não houve registro de confusão, segundo a Polícia Militar.
Protestos violentos e a 'nova PM'
No último dos atos violentos, no dia 22, data da chegada do Papa Francisco ao Brasil, o jovem Bruno Teles foi preso acusado de ter atirado um explosivo contra policiais. Imagens da internet, no entanto, mostraram o jovem desarmado no momento da agressão e seu caso foi arquivado. Na ocasião, oito jovens foram detidos.
Após este ato, um grupo de PMs, que usam uniformes com identificações de letras e números (os “alfa-numéricos”, como já são chamados), sem nomes, foi montado especialmente para acompanhar as manifestações, caminhando juntos com o grupo e tentando dialogar.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Funcionários da Infraero decidem manter paralisação na Bahia

Categoria realizou protesto no aeroporto de Salvador nesta quarta-feira.
Trabalhadores rejeitaram proposta de reajuste salarial de 6,4% da Infraero.

Do G1 BA
Comente agora
Funcionários da Infraero, estatal que administra os principais aeroportos do país, decidiram manter a greve por tempo indeterminado na Bahia. A medida foi tomada durante assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (31), em Salvador. No turno da manhã, os profissionais realizaram um protesto no Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães.
Segundo Solange Farias, diretora da seção baiana do Sindicato Nacional de Aeroportuários (Sina), os trabalhadores rejeitaram a proposta de reajusta salarial de 6,4% da Infraero. "Votamos por unanimidade pela não aceitação da proposta da empresa e manutenção da greve", afirma.
A categoria pede 16% de aumento salarial, sendo 6,49% referente à reposição da inflação e o restante às perdas sofridas em quatro anos. “O que motivou a greve foi o aumento do salário dos diretores em 26%, com PLR [participação nos lucros e resultados] de R$28 mil, enquanto os trabalhadores tiveram PLR entre R$ 200 e R$ 400. Isso não é digno, não é correto, estamos aguardando uma proposta da empresa”, acusa Solange Farias.
A diretora do Sina-BA conta ainda que cerca de 70% dos funcionários aderiram a greve e que alguns voos sofreram atrasos na Bahia. "Afeta tudo, porque a Infraero está envolvida desde a limpeza, porque cuida das empresas contratadas", acrescenta.
O G1 tentou entrar em contato com a Infraero, mas não obteve resposta da empresa.
Na quinta-feira (1º), uma outra manifestação deverá ser realizada no aeroporto de Salvador, segundo o sindicato. Uma nova assembleia para discutir o andamento do movimento está prevista para ocorrer durante a tarde.
Protesto
 A mobilização dos funcionários é nacional e ocorre em 63 terminais do Brasil. Em Salvador, cerca de 40 profissionais vestidos de preto se reuniam na manhã desta quarta-feira no saguão do aeroporto, próximo ao desembarque doméstico, com apitos e cartazes anunciando o início de uma greve.
Segundo informações da Infraero, apesar do movimento grevista, nenhum voo foi cancelado em Salvador até por volta das 14h. Neste horário, havia registro de sete atrasos em voos.
A Infraero afirma que as negociações do acordo coletivo ainda estão em andamento. A atual proposta da Infraero é de reajustar a remuneração dos funcionários em 6,4%, mas esse valor pode mudar nas negociações, informa o órgão.
  •  
Funcionários da Infraero protestam e anunciam greve no aeroporto (Foto: Heider Mustafá / Arquivo Pessoal)Funcionários da Infraero protestam e anunciam greve no aeroporto (Foto: Heider Mustafá / Arquivo Pessoal)

OAB DENUNCIA C A O S EM JACOBINA E REGIÃO










































OAB de Jacobina denuncia o caos do Judiciário na região
 29/07/2013
A OAB de Jacobina realizou na última quinta-feira (25) uma manifestação nas ruas da cidade como o objetivo de chamar a atenção da sociedade para os graves problemas da Justiça nos municípios da região. Intitulado "Justiça Já, Não dá mais pra esperar", o movimento organizado pela Secccional partiu do Fórum Jorge Calmon, saiu em passeata pelas ruas do centro de Jacobina, com o apoio de várias organizações da sociedade civil, e retornou ao fórum para realizar um manifesto. Na pauta de reivindicações, segundo a presidente da Seccional, Marilda Sampaio, a resolução de problemas antigos na região, como a falta de juízes, falta de serventuários, ineficácia da capacitação ao ESAJ, o caos no atendimento dos cartórios extrajudiciais e o desrespeito às prerrogativas dos advogados.
De acordo com Marilda Sampaio, esta situação no Judiciário da região já dura muito tempo. "O último concurso realizado pelo Tribunal de Justiça foi há três anos. Jacobina é comarca intermediária e, recentemente, o Tribunal abriu edital para a promoção dos juízes titulares que aqui estavam. Dois magistrados se habilitaram e foram nomeados juízes substituto em Salvador. Desse modo, a 3ª Vara Cível e o Juizado de Pequenas Causas ficaram sem juizes, bem como a comarca de Capim Grosso, que está sem juiz titular há mais de 4 anos", revelou.
A jurisdição da OAB de Jacobina engloba sete comarcas: Mundo Novo, Piritiba, Miguel Calmon, Jacobina, Saúde, Capim Grosso e Mairi. E abrange 17 municípios: Mundo Novo, Miguel Calmon, Capim Grosso, Saúde, Umburanas, Ourolândia, Caém, Mirangaba, Várzea da Roça, São José do Jacuípe, Quixabeira, Várzea do Poço, Serrolândia, Várzea Nova, Caldeirão Grande, Mairi e Piritiba. "Temos uma população judiciária estimada em 170 mil habitantes, que são atendidas por apenas quatro Juízes. Estimamos em mais de 70.000 o número de processos que estão parados, que ainda não foram julgados por falta de juízes e de serventuários", declarou Marilda Sampaio.
Outro grave problema denunciado pela OAB é a falta de serventuários nos cartórios extra judiciais de Jacobina, que atendem à população de toda a região. "As pessoas vão para a fila às 4h da manhã para pegar uma senha, por que o atendimento nesses cartórios é feito de forma reduzida. Apenas 10 senhas são distribuídas até as 12h, e depois desse horário, não se distribuem mais senhas" denuncia a presidente da Seccional,
"É preciso buscar alternativas legais para resolver essa situação que já se arrasta há anos. O caos no judiciário não é responsabilidade do advogado. A OAB Subseção de Jacobina está cobrando uma postura firme do TJBA e do Governo do Estado, com total apoio da comunidade", ressaltou Marilda Sampaio.
A manifestação da OAB contou com o apoio de várias entidades como o Rotary Clube de Jacobina e Capim Grosso, Lions Clube de Jacobina e Capim Grosso, Sindicado dos Mineiros de Jacobina, Conselho Comunitário de Segurança de Jacobina, Movimento Vem Pra Rua Jacobina, além de vereadores, advogados e profissionais da imprensa.
O presidente da OAB da Bahia, Luiz Viana Queiroz, que não pode participar da manifestação devido à realização do Encontro Sertanejo de Advogados, em Rio Contas, enviou uma carta de apoio à OAB de Jacobina. Confira a íntegra:
"Caríssima Presidente Marilda Santana,
Receba Vossa Excelência e todos os colegas advogados e advogadas da Subseção de Jacobina o irrestrito apoio da OAB da Bahia em suas justas reivindicações frente ao Judiciário do Estado da Bahia.
A situação da Comarca de Jacobina foi considerada caótica pelo ilustre Corregedor das Comarcas do Interior do Tribunal de Justiça baiano, desembargador Antônio Cardoso Pessoa, ao término da última inspeção realizada, quando acrescentou que o fato é do conhecimento da Presidência daquela egrégia Corte.
A OAB apresentou, por sua parte, Diagnóstico do Poder Judiciário na Bahia, demonstrando, em 10 de abril deste ano, a falta de Juízes, de servidores, de estrutura e de desrespeito às prerrogativas dos advogados.
Nada foi feito!
Passam-se os meses, e nenhuma providência é adotada para que sejam efetuadas as mudanças que a sociedade exige para que haja dignidade e eficiência na prestação jurisdicional.
Temos o compromisso institucional de defender a advocacia e suas prerrogativas, e, da mesma forma, os direitos da cidadania, sobretudo os direitos fundamentais, entre os quais o direito à Justiça, que são constantemente vilipendiados.
Assim, lamentando não ter condições físicas de estar com Vossa Excelência e os colegas da Subseção, no dia de hoje, receba meu apoio e meu estímulo a que comecemos por Jacobina uma cruzada em defesa de nossas prerrogativas e de Justiça para todos!
Contem comigo e com todo Conselho Seccional da OAB da Bahia.
Forte abraço,
Luiz Viana Queiroz
Presidente da OAB da Bahia"





domingo, 28 de julho de 2013

Trabalhadores querem continuidade de multa de 10% sobre o saldo do FGTS

Agência Brasil
Brasília - Os trabalhadores apoiam o veto da presidenta Dilma Rousseff à extinção da multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em casos de demissão sem justa causa. Contrariamente à forma como se posicionou o empresariado, ao repudiar o veto, os representantes de trabalhadores manifestaram satisfação com a manutenção da multa. O veto da presidenta à mudança foi publicado no Diário Oficial da União de ontem (25).
Para a Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras (CTB) do Brasil, o veto merece o "total apoio da classe trabalhadora brasileira", pois a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 200/2012 foi o resultado da influência do setor dos empregadores no Congresso.
"Quem não usa mão do recurso da demissão sem justa causa, que não é permitida nos países onde vigora a Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), não tem razão para temer a multa rescisória mantida pela presidenta", disse, em nota, o presidente da CTB, Wagner Gomes. Essa convenção da OIT, sobre o Término da Relação de Trabalho por Iniciativa do Empregador, estabelece um quadro normativo geral, que depende de regulamentação dos Estados signatários. O Brasil chegou a assinar e ratificar essa convenção na década de 1990, mas a denunciou em 1997, quando a medida deixou de vigorar no país.
O secretário de organização sindical da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Brasília, Roberto de Oliveira, também citou a convenção da OIT sobre relações de trabalho e defendeu a volta da estabilidade no emprego – que vigorou no Brasil até a Constituição Federal de 1988.
"Essa discussão tem como pano de fundo a volta da estabilidade ao emprego, como estabelece a convenção da OIT. A central defende que o Brasil acate essa convenção internacional, o que vai promover uma discussão geral sobre o tema", explicou Oliveira.
Para o presidente da CTB, Wagner Gomes, a falta de estabilidade no atual mercado de trabalho brasileiro é uma das principais causas da rotatividade de mão de obra no país, o que ainda contribui para o aumento da quantidade de solicitações para o pagamento de seguro-desemprego, onerando as contas públicas. Segundo ele, a multa de 10% sobre o FGTS seria mais um fator de inibição para as demissões sem justa causa – além dos 40% sobre o mesmo fundo que vai para o trabalhador. No caso dos 10%, o montante é depositado no próprio FGTS, para investimentos em políticas públicas, como moradia.
De acordo com o secretário da CUT, Roberto de Oliveira, os trabalhadores e o próprio governo terão dificuldades em manter o veto da presidenta Dilma no Congresso. Depois de apreciado por ela, o texto retorna ao Congresso para análise dos parlamentares. Ontem (25), representantes de entidades do empresariado manifestaram repúdio ao veto, argumentando que a multa onera ainda mais a folha de pagamentos.
"Infelizmente, nosso Congresso é conservador e, se os empresários se mobilizarem, é possível derrubar o veto. As entidades representativas dos trabalhadores podem se mobilizar para tentar impedir isso, mas como essa discussão não diz respeito ao valor que efetivamente vai para o trabalhador, talvez isso dificulte a mobilização da classe", informou o secretário da CUT.
O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, disse à Agência Brasil que a central vai se articular no Congresso no sentido oposto ao dos empresários, de forma a evitar a derrubada do veto. "Temos a convicção de que ela [Dilma] acertou. Vejo importância na manutenção da multa porque estamos em uma situação de quase pleno emprego e muitas empresas não entendem isso e trocam os empregados como mercadoria. Sou totalmente favorável ao veto por causa da diminuição de demissões desmotivadas."
A Força Sindical, assim como as demais entidades, posicionou-se favoravelmente ao veto. De acordo com a central sindical, o fim da multa retiraria R$ 3 bilhões por ano do fundo, sem a criação de medidas compensatórias, como prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal – assim como foi justificado pela presidenta Dilma Rousseff.
A contribuição adicional de 10% foi incorporada à multa de 40% do FGTS para funcionários demitidos sem justa causa em 2001, devendo ser paga pelo empregador ao governo e não ao empregado. A contribuição extra foi criada para ajudar a corrigir um desequilíbrio existente entre a correção dos saldos das contas individuais do FGTS. A lei, entretanto, não estabeleceu prazo para o fim da cobrança dos 10%, nem o vinculou à solução do desequilíbrio do fundo.

Pronta para votação, proposta que torna corrupção crime hediondo divide especialistas

Proposta foi rejeitada por comissão que discutiu a atualização do Código Penal

O procurador Luiz Carlos Gonçalves é a favor da proposta Antonio Cruz/28.02.2013/ABr
O projeto que torna a corrupção crime hediondo, que tramita em regime de urgência, está pronto para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados, mas o texto não é consenso entre especialistas. A proposta chegou a ser discutida pela comissão de juristas que discutiu a atualização do Código Penal, mas foi rejeitada por 14 dos 15 juristas que participaram do grupo.
O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Gilson Dipp, que presidiu a comissão, disse que a mudança não foi aceita entre os especialistas.
— Nós tratamos com mais clareza os crimes contra a administração pública, peculato, concussão, corrupção ativa, passiva, demos um tratamento mais adequado, mais claro. Criamos no anteprojeto o tipo penal do enriquecimento ilícito, que hoje todo mundo comenta, mas jamais pensamos em tratar crime contra a administração pública como crime hediondo.
Dilma quer corrupção como crime hediondo e plebiscito para reforma política
Leia mais notícias de Brasil
Para ele, a proposta que torna a corrupção crime hediondo é uma “ lei de ocasião”. Dipp lembrou que, quando um fato comove a sociedade, imediatamente o Congresso Nacional busca dar um resposta política ou popular, criando novas figuras penais ou endurecendo as penas, mas ressaltou que não é este o caminho.
— Não é o tamanho da pena que inibe a prática do crime, e sim a certeza de que [o criminoso] vai ser punido, ou pelo menos, responder a um processo. A sensação de impunidade é que gera todos esses fatores de corrupção, de invasão dos cofres públicos.
Vencido na discussão, o procurador da República Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, que foi relator da comissão de juristas, é a favor da proposta. Segundo ele, hediondo é aquilo que causa asco, nojo, repulsa, como um sequestro ou um estupro, e na evolução do País isso foi acontecendo com a corrupção.
— Por isso, colocar [a corrupção] no hall dos crimes hediondos me pareceu uma coisa acertada.
Gonçalves destacou que, ao longo do tempo, houve uma certa tolerância com esse tipo de crime, mas hoje a prática passou a ser inaceitável, como mostram os protestos das ruas.
— O País é pobre , mas faz menos com dinheiro do que deveria.
Sobre a eficácia da proposta no combate à corrupção, Gonçalves é cauteloso, admitindo que o projeto é apenas “um passo para o o caminho certo”. Para ele, a medida deve ser combinada com ações de transparência total nos gastos do Poder Público e que estimulem as denúncias à Justiça.
Aprovado no Senado no primeiro semestre deste ano, além de aumentar as penas e prever punições maiores para integrantes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário que cometerem o delito, o Projeto 5.900/13 acaba com a possibilidade de anistia, graça, indulto ou liberdade sob pagamento de fiança para os condenados. Pelo texto, também fica mais rigoroso o acesso a benefícios como livramento condicional e progressão de regime.
De acordo com a projeto, a pena para crimes desse tipo seria de quatro a 12 anos de reclusão e multa. Em todos os casos, a pena é aumentada em até um terço, se o crime for cometido por agente político ou ocupante de cargo efetivo de carreira de Estado.
Além da proposta do Senado, mais oito matérias sobre o tema tramitam na Câmara e, por isso,  a expectativa é que o projeto seja modificado. O deputado Fábio Trad (PMDB-MS), que foi relator, na Comissão de Constituição e Justiça, da proposta mais avançada na Casa, deve apresentar um texto substitutivo ao do Senado, aproveitando as principais sugestões de todos os projetos em tramitação.
Fonte Agência Brasil